Primeira reunião será na segunda-feira (9) para definir o cronograma de atuação da comissão, presidida pela vereadora Luiza Ribeiro
O vereador Dr. Victor Rocha (PSDB) assumirá a relatoria da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai investigar o serviço de tapa-buracos em Campo Grande. A composição foi confirmada na manhã desta sexta-feira (6) pelo presidente da Câmara Municipal, Epaminondas Neto, o Papy (PSDB). A presidência ficará com a vereadora Luiza Ribeiro (PT), autora do pedido de abertura da investigação.
A primeira reunião da CPI já está marcada para segunda-feira (9), quando os integrantes vão definir o cronograma de atuação da comissão e organizar as etapas da investigação.
Também integram a comissão os vereadores Wilton Celeste Candelorio, o Leinha (Avante), Roberto de Avelar, o Beto Avelar (PP), e Dr. Lívio Leite (União Brasil). Beto é líder da prefeita Adriane Lopes (PP) na Câmara, enquanto Dr. Lívio presidiu a CPI do Transporte Público.
Responsável por elaborar o relatório com as conclusões da investigação, Dr. Victor afirmou que os trabalhos serão conduzidos com transparência e fundamentados nas informações reunidas pela comissão.
“Como relator da CPI do Tapa-Buracos, vamos trabalhar com grande transparência, buscando um diagnóstico e um tratamento adequado aos buracos da nossa cidade”, declarou.
A apuração prevê solicitações de informações, análise de documentos e oitivas para esclarecer as causas dos problemas na pavimentação. O material levantado dará suporte às conclusões e aos encaminhamentos do relatório final.
Para Dr. Victor, a investigação também deverá considerar as diferentes condições das ruas e a adequação das intervenções realizadas. Segundo ele, algumas vias podem ser atendidas com operações de tapa-buracos, enquanto outras, com pavimentação mais antiga e deteriorada, precisam de recapeamento.
“Vamos buscar as informações. Por que nossas ruas estão com os buracos espalhados? E também vamos buscar uma solução”, afirmou.
O relator ressaltou a importância de permitir que a população acompanhe o andamento da investigação. A proposta, segundo ele, é fazer com que o trabalho de fiscalização contribua para o planejamento da manutenção viária e para a adoção de soluções mais duradouras nas ruas de Campo Grande.



