Na manhã desta terça-feira (09), o médico e vereador Dr. Victor Rocha esteve na Santa Casa de Campo Grande, onde acompanhou a movimentação de profissionais da enfermagem e do setor administrativo que realizavam uma paralisação em razão do atraso no pagamento de salários dos trabalhadores contratados pelo regime CLT.
Diante da situação, Dr. Victor Rocha entrou imediatamente em contato com o secretário estadual de Saúde, Marcelo Vilela, em busca de esclarecimentos e soluções para o problema.
Segundo o secretário, os recursos do Governo Federal destinados à Santa Casa chegaram nesta semana e o repasse para a instituição estava programado para ocorrer até o final da manhã desta terça-feira. Com o recebimento dos valores, a expectativa é que a Santa Casa realize o pagamento dos profissionais que atuam diariamente no maior hospital de Mato Grosso do Sul.
Para Dr. Victor Rocha, a situação reforça a necessidade de uma solução estrutural e definitiva para a sustentabilidade financeira da instituição.
“A gente precisa garantir a viabilidade da Santa Casa. Não dá mais para o hospital conviver com contratos deficitários e enfrentar constantemente situações de atraso salarial e paralisações. Estamos falando do maior hospital do nosso estado e de profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado da população”, destacou.
Durante a visita, o vereador também conversou com integrantes da equipe médica do hospital e recebeu relatos sobre atrasos nos pagamentos de profissionais que atuam como pessoa jurídica (PJ), alguns deles há cerca de dois meses sem receber.
Dr. Victor Rocha defende que Estado e Município construam uma solução permanente para assegurar o equilíbrio financeiro da Santa Casa, garantindo condições adequadas para os trabalhadores e a continuidade dos atendimentos à população.
“A Santa Casa é uma instituição fundamental para a saúde pública do Mato Grosso do Sul. Precisamos discutir de forma definitiva a sustentabilidade desse contrato para que não tenhamos mais episódios de paralisação ou atrasos salariais que impactam profissionais e pacientes”, concluiu.